quarta-feira, 12 de março de 2008

Le Parkour - Xbox

"Can you do it?
They asked.
Anyone can do it' I said.
I don't think they believed me though.

You see, for as long as I can remember, I've pushed myself to do what normal people would consider impossible.

I'm always on the edge. Dance in the blade of perfection.

Really is no room for error.
Hmm, to not be controlled.

Well, it's game over!

You're got to think beyond walls, beyond boundries.
Push your mind, to except that there are none, it's only impossible because you've been told it is.

Hmm? You need to be a master of your environment, not a servant to it.

When I realized this, everything changed!
What was down, became up.
Long, became short.
Liquid, became solid.
These days, nothing's what it seems.

That's when I did my first slip.
I was looking at where my hand should have been. And it wasn't!

But like I said, I'm not special. Anyone can do this.
Just need to know what button to press..."

Tradução:

"Você consegue?"
Eles me perguntam.
E eu respondo que qualquer um é capaz.

Acho que eles não acreditam.

É que desde que consigo me recordar fui impelido a fazer o que pessoas normais considerariam impossível.
Dessa forma eu estou sempre no topo, flambando na lâmina da perfeição.

Realmente não há chance para erros.
Perder o controle...
Bem...é o "fim do jogo"!

Precisa pensar além das paredes, além das fronteiras.
Fazer a mente acreditar que elas não existem.

O impossível existe porque te falaram dele.

Você precisa ser o manipulador do seu meio, e não um fantoche.

Quando descobri isso, tudo mudou!
"O de baixo", se tornou "o de cima".
O grande, pequeno.
Líquido tornou-se sólido.
Agora, nada é o que parece ser.

Foi aí que cometi meu primeiro erro.
Eu procurava aonde minhas mãos deveriam estar e elas não estavam.

Mas como disse: eu não sou especial.
Qualquer um pode fazer.
Basta saber qual botão apertar...


Propaganda do Xbox baseado no esporte Le Parkour.

Link para o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=m1CxNMLrfT4

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Vinícius de Morais escreve minha vida...

Eu sei e você sabe
Já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe
Que a distância não existe
Que todo grande amor
Só é bem grande se for triste
Por isso meu amor
Não tenha medo de sofrer
Que todos os caminhos
Me encaminham a você.
Assim como o Oceano, só é belo com o luar
Assim como a Canção, só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem, só acontece se chover
Assim como o poeta, só é bem grande se sofrer
Assim como viver sem ter amor, não é viver
Não há você sem mim
E eu não existo sem você!

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Soneto da Fidelidade

De tudo, meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure,
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama.

Eu possa dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

Vinícius de Morais

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Cai a Noite

Capital Inicial
Cai a noite na cidade
Vinda de lugar nenhum
E o dia vai embora
Indo pra lugar algum
Não sentia fome
Não sentia frio
Sentado num canto
De um quarto vazio

Quando a chuva cai
Nas noites mais solitárias
Lembre-se que sempre...

Sombras e pensamentos
De um sonho só esperança
Nas paredes ecoavam

O silêncio e a lembrança
Entre ruas desertas
Ele está só de passagem
Na vertigem e tontura
Surgiam todo tipo de imagens

Quando a chuva cai
Nas noites mais solitárias
Lembre-se que sempre
Estarei aqui

Se virou e alcançou o céu
E a última estrela
Nada deixava passar
Tudo lembrava ela

domingo, 24 de fevereiro de 2008

A viagem

Dia desses, li um livro que comparava a vida a uma viagem de trem. Uma comparação extremamente interessante, quando bem interpretada.

Interessante, porque nossa vida é como uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, de pequenos acidentes pelo caminho, de surpresas agradáveis com alguns embarques e de tristezas com os desembarques...

Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem, encontramos duas pessoas que, acreditamos que farão conosco a viagem até o fim: nossos pais. Não é verdade. Infelizmente, em alguma estação, eles desembarcam, deixando-nos órfãos de seu carinho, proteção, amor e afeto.

Mas isso não impede que, durante a viagem, embarquem outras pessoas interessantes que virão ser especiais para nós: nossos irmãos, amigos e amores.

Muitas pessoas tomam esse trem a passeio. Outras fazem a viagem experimentando somente tristezas. E no trem há, também, outras que passam de vagão em vagão, prontas para ajudar quem precisa.

Muitos descem e deixam saudades eternas. Outros tantos viajam no trem de tal forma que, quando desocupam seus assentos, ninguém sequer percebe.

Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros acomodam-se em vagões diferentes do nosso. Isso nos obriga a fazer essa viagem separados deles. Mas isso não impede de, com grande dificuldade, atravessarmos nosso vagão e chegarmos até eles. O difícil é aceitarmos que não podemos sentar ao seu lado, pois outra pessoa está ocupando o lugar.

Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques. Sabemos que esse trem jamais volta.

Façamos essa viagem da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos, procurando em cada um o que tem de melhor, lembrando sempre que, em algum momento do trajeto vão fraquejar, e, provavelmente, precisaremos entender isso. Nós mesmos fraquejamos algumas vezes. E, certamente, alguém nos entenderá.

O grande mistério é que não sabemos em qual parada desceremos.

E fico pensando: quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim. Deixar meus filhos viajando sozinhos será muito triste. Separar-me dos amigos que nele fiz, do amor da minha vida, será para mim dolorido.

Mas me agarro na esperança de que, em algum momento, estarei na estação principal, e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não tinham quando embarcaram.

E o que me deixará feliz é saber que, de alguma forma, eu colaborei para que essa bagagem tenha crescido e se tornado valiosa.

Agora, nesse momento, o trem diminui a sua velocidade para que embarquem e desembarquem pessoas. Minha expectativa aumenta, à medida que o trem vai diminuindo sua velocidade...

Quem entrará? Quem sairá?


Autor Desconhecido

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Eu Amo mais Você

Banda Catedral

Depois dessa ventania o temporal
Fez da nossa vida um mundo desigual
Qual é a tua? O teu segredo?
Me diz como eu vou decifrar...

Minha verdade é absurda no plural,
Mas pra mim honestamente isso é normal
Na minha onda. Teu oceano.
Me ensina como navegar...

Eu amo mais você do que eu...

A tardinha as coisas mudam sem parar
E a gente fala muito por falar,
Mas de repente, a gente sente
Que tudo sobrou num olhar...

Penso infinitamente sem parar
A verdade é transparente no mirar
Da tua retina, minha menina
Me diz como não te amar...

Eu amo mais você do que eu...

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

O que é ser um Fênix

Gostaria que todos vocês se lembrassem que ser um Fênix não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalho sem fadigas, relacionamentos sem decepções.

Ser um Fênix é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.

Ser um Fênix não é apenas valorizar uma vitória, mas refletir sobre a derrota.

Ser um Fênix não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.

Ser um Fênix não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.

Ser um Fênix é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser um Fênix é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.

Ser um Fênix é atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

Ser um Fênix é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo.

Ser um Fênix é ter coragem para ouvir um "não".

Ser um Fênix é ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Ser um Fênix é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós.

Ser um Fênix é ter maturidade para falar "eu errei".

Ser um Fênix é ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você".

Ser um Fênix não é ter uma vida perfeita, mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.

Ser um Fênix é usar as pedras para refinar a paciência. usar as falhas para esculpir a serenidade.

Ser um Fênix é usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência. Usar a dor para lapidar o prazer.

Ser um Fênix, caros amigos, é ter a Força para ir embora, e a Honra de voltar.

Pedras no caminho?
Guardamos todas,
pois um dia construiremos um castelo.



Clan Fênix, Força e Honra.