domingo, 11 de novembro de 2007

Soneto do Amor Total

Amo-te tanto meu amor... não cante

O humano coração com mais verdade...

Amo-te como amigo e como amante

Numa sempre diversa realidade.


Amo-te enfim, de um calmo amor prestante

E te amo além, presente na saudade.

Amo-te, enfim, com grande liberdade

Dentro da eternidade e a cada instante.


Amo-te como um bicho, simplesmente

De um amor sem mistério e sem virtude

Com um desejo maciço e permanente.


E de te amar assim, muito e amiúde

É que um dia em teu corpo de repente

Hei de morrer de amar mais do que pude.

Vinícius de Morais

Um comentário:

*Gabriela disse...

Não me importo que o mundo pare de girar, nem que fique tudo escuro ou claro demais para abrir os olhos...só me importa ter você ao meu lado, em cada instante,por toda a vida...te amo "Kholdan"