sábado, 23 de fevereiro de 2008

Eu Amo mais Você

Banda Catedral

Depois dessa ventania o temporal
Fez da nossa vida um mundo desigual
Qual é a tua? O teu segredo?
Me diz como eu vou decifrar...

Minha verdade é absurda no plural,
Mas pra mim honestamente isso é normal
Na minha onda. Teu oceano.
Me ensina como navegar...

Eu amo mais você do que eu...

A tardinha as coisas mudam sem parar
E a gente fala muito por falar,
Mas de repente, a gente sente
Que tudo sobrou num olhar...

Penso infinitamente sem parar
A verdade é transparente no mirar
Da tua retina, minha menina
Me diz como não te amar...

Eu amo mais você do que eu...

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

O que é ser um Fênix

Gostaria que todos vocês se lembrassem que ser um Fênix não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalho sem fadigas, relacionamentos sem decepções.

Ser um Fênix é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.

Ser um Fênix não é apenas valorizar uma vitória, mas refletir sobre a derrota.

Ser um Fênix não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.

Ser um Fênix não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.

Ser um Fênix é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser um Fênix é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.

Ser um Fênix é atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

Ser um Fênix é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo.

Ser um Fênix é ter coragem para ouvir um "não".

Ser um Fênix é ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Ser um Fênix é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós.

Ser um Fênix é ter maturidade para falar "eu errei".

Ser um Fênix é ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você".

Ser um Fênix não é ter uma vida perfeita, mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.

Ser um Fênix é usar as pedras para refinar a paciência. usar as falhas para esculpir a serenidade.

Ser um Fênix é usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência. Usar a dor para lapidar o prazer.

Ser um Fênix, caros amigos, é ter a Força para ir embora, e a Honra de voltar.

Pedras no caminho?
Guardamos todas,
pois um dia construiremos um castelo.



Clan Fênix, Força e Honra.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Pulp Fiction

"O caminho do homem justo está bloqueado por todos os lados pelas iniquidades dos egoístas e a tirania dos perversos.

Bendito aquele que, em nome da caridade e da boa vontade, é pastor dos humildes pelo vale das sombras. Pois ele é o verdadeiro guardião de seus irmãos e o salvador dos filhos perdidos.

Exercerei sobre eles vingança terrível e furiosos castigos aos que tentarem destruir meus irmãos. E ficarão sabendo que sou o Senhor quando Eu executar sobre eles a minha vingança."




Ezequiel 25:17

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Impossible is nothing

Impossível é apenas uma grande palavra usada por gente fraca que prefere viver no mundo como está em vez de usar o poder que tem para mudá-lo.

Impossível não é um fato. É uma opinião.

Impossível não é uma declaração. É um desafio.

Impossível é hipotético.

Impossível é temporário.

IMPOSSIBLE IS NOTHING.

Propaganda da Adidas

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Bebida e Direção

'Mãe!

Fui a uma festa, e me lembrei do que você me disse.

Você me pediu que eu não tomasse alcool, mãe...

Então, ao invés disso, tomei uma 'Sprite'.

Senti orgulho de mim mesma, e do modo como você disse que eu me sentiria e que não deveria beber e dirigir.

Ao contrário do que alguns amigos me disseram, fiz uma escolha saudável, e teu conselho foi correto.

E quando a festa finalmente acabou, e o pessoal começou a dirigir sem condições...

Fui para o meu carro, na certeza de que iria para casa em paz ..

Eu nunca poderia imaginar o que estava me aguardando, mãe...

Algo que eu não poderia esperar ....

Agora estou jogada na rua, e ouvi o policial dizer:

O rapaz que causou
este acidente estava bebado...

Mãe; sua voz parecia tão distante...

Meu sangue está escorrido por todos os lados e eu estou tentando com todas as minhas forças, não chorar...

Posso ouvir os para-médicos dizerem:

- 'A garota vai morrer' .

Tenho certeza de que o garoto não tinha a menor idéia, enquanto ele estava a toda velocidade, afinal, ele decidiu beber e dirigir, e agora tenho que morrer..

Então por que as pessoas fazem isso, mãe?

Sabendo que isto vai arruinar vidas ?

E agora a dor estão me cortando como uma centena de facas afiadas...

Diga a minha irmã para não ficar assustada, mãe!

Diga ao Papai que ele seja forte. E quando eu for para o céu, escreva 'Garotinha do Papai' na minha sepultura.

Alguém deveria ter dito aquele garoto que era errado beber e dirigir.


Talvez, se seus pais tivessem dito, eu ainda estaria com a possibilidades de continuar viva.

Minha respiração estão ficando mais fraca, mãe, e estou realmente ficando com medo...

Estes são meus momentos finais e me sinto tão despreparada .!

Eu gostaria que você pudesse me abraçar, mãe... Enquanto estou estirada aqui, morrendo, eu gostaria de poder dizer que te amo, mãe...!

Então.... Te amo e adeus...!'
'

Essas palavras foram escritas por um repórter que presenciou o acidente. A jovem, enquanto agonizava, ia dizendo as palavras e o repórter, anotando...

Autor Anonimo

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Conto de Natal

Quando eu era pequeno e jogava bola no colégio, sempre existia um muro.

Alto e com um cachorro brabo do outro lado.

E a bola, invariavelmente caía do outro lado. No melhor do jogo.

Azar.

O cachorro tinha um dono. Bernardo. Torcedor do Sport. A gente sabia pela imensa bandeira rubro-negra na janela do casarão.

E Bernardo não devolvia a bola, nunca.

A gente também nunca viu o Bernardo. Ele nunca dava as caras. Rico e orgulhoso.

O jogo parava e a gente tinha de esperar até alguém conseguir uma outra bola.

Porque bola era luxo. Se ganhava no aniversário. Por vezes no Natal. E só.

Mas sempre aparecia alguma bola dias depois. Vinda não sei de onde. Quem sabe de outros muros?

O jogo recomeçava. Todo mundo morrendo de medo de chutar mais forte.

Até que dias depois, pimba! A bola era chutada por algum perna-de-pau e ia parar no quintal de Bernardo.

O cachorro gritava. E todo mundo, com medo, ficava esperando o futuro.

Mesmo assim, a infância era feliz. Tinha bola de gude, que nunca caía na casa de Bernardo.

Tinha pipa. Tinha polícia e ladrão. Tinha Fratelli Vita.

Os anos se passaram e o mundo mudou.

Mas sempre que a velha turma se encontrava, lembrava das bolas e do muro. Do cachorro. De Bernardo.

Foi então que ano passado, tive uma surpresa.

Fui visitar o velho colégio. Colégio que vai deixar de ser colégio. Vai virar shopping center.

Uma das irmãs de caridade me reconheceu. Sempre passo por lá no Natal. Estava triste com o fim da escola.

De repente, comentou:

- O antigo casarão também vai virar shopping center! Vão derruba-lo depois do Natal.

Pensei em Bernardo. Na certa iria lucrar uma barbaridade com a venda do imóvel.

Antes que eu pudesse completar meu raciocínio, a irmã apontou um homem sentado no jardim:

- Lembra dele? Era o menino que morava no casarão.

Lá estava Bernardo. Olhando para o jardim, o campinho de terra, a velha quadra de basquete.

Bernardo estava sentado em uma cadeira de rodas.

Não pude deixar de caminhar até ele. Apresentei-me. Eu era o velho menino que chutava as bolas para seu quintal.

Surpreso, Bernardo olhou para mim. Lembrava das bolas.

Perguntei pelo cachorro. Ele disse que Manga, esse o nome do cachorro, havia morrido há muito tempo.

Sorrindo, Bernardo me contou que lembrava das bolas que iam cair no seu quintal.

De como ele sofria ouvindo nosso gritos de gol. Ele que não podia jogar.

Manga ficava muito zangado quando a gente jogava. Ele sofria vendo o seu dono sofrendo. Por isso gritava tanto.

Sua mãe nunca devolvia as bolas. Imaginava que aquele barulho trazia sofrimento ao filho.

Fiquei mudo.

Até que Bernardo, percebendo meu silêncio, murmurou:

- Na verdade eu gostava quando tinha jogo. Você não imagina nas férias, quando o silêncio era completo. E naquela época nem o Sport me dava alegria...

Verdade. Foram os anos do Hexa do Náutico. Do Penta do Santa Cruz.

Despedi-me. Deixei meu telefone com ele. Saí pensativo pelas ruas do Recife.

Eu pensava nas bolas e nos muros. Nas distâncias que separam quintais.

Algo em mim nunca mais foi o mesmo.

Hoje, quando o Náutico perde. Quando o Sport vence. Lembro sempre de Bernardo e de outros meninos como ele.

E agradeço a vida e a Deus.

Deus que sabiamente fez o dia e a noite.

A vitória e a derrota.

Para que o sorriso e a lágrima jogassem bola nos dois lados do muro.

Roberto Vieira

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Ritual de Batalha

Lo, there do I see my father!
Lo, there do I see my mother, and my sisters, and my brothers!
Lo, there do I see the line of my people back to the beginning!
Lo, they do call to me, they bid me take my place among them in the Halls of Valhalla,
where the braves may live forever!